Combate ao crime organizado

Foragido há 10 anos é preso no RS usando identidade de pessoa morta

Conhecido como “Tim Maia”, homem de 53 anos foi localizado em Igrejinha e é apontado como liderança de uma facção criminosa. Polícia apreendeu arma e caminhonete.

Fernanda2 min de leitura
Homem é conduzido por policiais após prisão em Igrejinha, no Vale do Paranhana.
Homem é conduzido por policiais após prisão em Igrejinha, no Vale do Paranhana.

Um homem de 53 anos, foragido da Justiça há cerca de dez anos, foi preso na tarde de terça-feira (20), em Igrejinha, no Vale do Paranhana. Conhecido pelo apelido de “Tim Maia”, ele utilizava documentos falsos em nome de uma pessoa já falecida para ocultar sua verdadeira identidade.

O suspeito foi identificado como Altivo de Freitas e é apontado pela polícia como uma das lideranças de uma facção criminosa com atuação na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A prisão foi realizada por agentes da 1ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (1ª DIN), vinculada ao Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil.

Durante a operação, os policiais localizaram o homem em uma residência no município. No imóvel, foram apreendidos uma arma de fogo e uma caminhonete.

Documentos pertenciam a pessoa falecida

Segundo a Polícia Civil, o investigado apresentou documentos emitidos em Santa Catarina, mas a identidade utilizada pertencia a uma pessoa morta. A suspeita é de que ele utilizasse a documentação falsa para evitar ser identificado e preso.

O homem também é apontado como braço direito de Tiago Benhur Flores Pereira, investigado por comandar uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas no Rio Grande do Sul.

Receba as principais do dia no WhatsApp

Sem spam. Você sai quando quiser.

Pereira foi preso em março de 2026, em Santa Catarina. Antes da captura, era considerado um dos criminosos mais procurados do Estado, conforme levantamento do Ministério da Justiça.

A prisão de Altivo ocorreu aproximadamente sete meses depois da captura de Pereira. As circunstâncias relacionadas ao uso dos documentos falsos e aos materiais apreendidos fazem parte da apuração policial.

Receba as principais do diaComunidade no WhatsApp, sem spamEntrar
Viu algo acontecendo?Mande foto, vídeo ou sugestão de pautaEnviar
Siga no GoogleVeja o FORÇA DO VALE primeiro nas buscasFonte preferida

Leia também

Últimas