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Familiares e ativistas protestam por justiça dois anos após incêndio na Pousada Garoa

Redação2 min de leitura
Foto: Alina Souza
Foto: Alina Souza

Geral Um ato simbólico realizado na tarde deste domingo marcou os dois anos da tragédia da Pousada Garoa, ocorrida em 26 de abril de 2022 na avenida Farrapos, em Porto Alegre. O incêndio durante a madrugada deixou 11 pessoas mortas e outras 15 feridas.

Durante a ação, que serviu também como protesto por justiça, foram deixadas 11 rosas brancas representando cada ocupante da pousada que perdeu a vida na tragédia. Uma colcha bordada com o nome das vítimas foi instalada no portão do imóvel, que segue interditado.

Vítimas identificadas

Os ocupantes que morreram no incêndio foram identificados como Anderson Correa, Dionatan da Rosa, João Batista Ebani, João Luis Gomes, Maribel Padilha, Silvério Martin, Douglas Alves, Julcemar Amador, Lenita Scheleck, Cleiton Mello e Adair Cruz.

O ato foi acompanhado por pessoas que atuam em causas sociais e por um familiar de uma das vítimas.

Críticas à falta de fiscalização

“O que houve aqui é um absurdo de falta de fiscalização. Esperamos que haja justiça”, declarou o vereador Pedro Ruas, organizador do ato e presidente da CPI que analisou o caso na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

“Esses dois anos marcam uma tragédia que tem culpados, mas que infelizmente permanecem impunes”, lamentou Ruas.

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