A Prefeitura de Encantado intensificou as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Uma das estratégias adotadas pela Vigilância Ambiental é a aplicação do inseticida Fludora, por meio da técnica de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI).
O procedimento consiste na aplicação do produto em superfícies estratégicas, principalmente paredes de ambientes internos onde o mosquito costuma pousar e descansar. A intenção é atingir os insetos adultos e reduzir sua presença nos locais tratados.
O inseticida combina dois princípios ativos, clotianidina e deltametrina, que atuam de forma complementar. Por possuir efeito residual, o produto permanece ativo nas superfícies após a aplicação, mantendo sua ação por determinado período, conforme as condições do ambiente.
O trabalho é realizado pelos Agentes de Combate às Endemias, que definem os locais de aplicação conforme as necessidades identificadas pela Vigilância Ambiental. A escolha considera áreas de maior risco, pontos estratégicos e informações coletadas durante o monitoramento, incluindo o uso de ovitrampas, dispositivos que ajudam a identificar a presença do mosquito por meio da coleta de ovos.
A aplicação do inseticida é uma medida complementar. Para evitar a proliferação do Aedes aegypti, a Prefeitura também reforça a necessidade de eliminar possíveis criadouros nas residências e nos espaços externos.
Entre os principais cuidados estão manter caixas-d’água fechadas, limpar calhas, colocar areia nos pratos de plantas, descartar corretamente garrafas e embalagens e manter pneus protegidos da chuva. Também é importante verificar ralos, lonas, pátios e outros recipientes que possam acumular água.
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Após a aplicação do produto, os moradores devem seguir as orientações dos agentes, especialmente quanto ao contato com as superfícies tratadas e aos procedimentos de limpeza. Os cuidados são necessários para preservar a eficácia do inseticida e garantir a segurança das pessoas.
A Administração Municipal destaca que o combate à dengue depende da participação conjunta do Poder Público e da comunidade. A eliminação da água parada continua sendo uma das principais formas de evitar a reprodução do mosquito.







