A passagem de veículos pela ponte sobre o Rio Guaporé, na ERS-129, entre Encantado e Muçum, passou por novas restrições na manhã desta terça-feira, 8. Conforme orientação do engenheiro responsável pela obra, funcionários passaram a controlar o tráfego, com a passagem de carros de forma individual. A mudança provocou filas nos acessos à estrutura.
A orientação ocorre durante a recuperação de um dos pilares da ponte. Segundo as informações repassadas no local, a estrutura metálica instalada na passagem foi feita para permitir a circulação de veículos pequenos. A travessia de veículos pesados continua proibida até a conclusão da reforma.
Também estão previstos bloqueios parciais durante os momentos de concretagem do novo pilar. A liberação para veículos pesados dependerá da conclusão dos trabalhos e das avaliações técnicas de segurança.
A nova restrição ocorre poucos dias após a retomada parcial do tráfego. Em 3 de setembro, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) informou a liberação da ponte para veículos leves e pedestres, em pista única e no sistema Pare e Siga, após testes de escoramento. A medida permitiu a retomada da ligação entre os municípios, mas manteve a proibição para caminhões e outros veículos pesados.
Antes disso, a ponte permaneceu totalmente interditada desde 24 de julho, quando foram identificados problemas em um dos pilares. O bloqueio também chegou a abranger pedestres, em razão das condições da estrutura e da elevação do nível do Rio Guaporé.
A mudança no tráfego provocou filas nos acessos à ponte. Conforme informações colhidas no local, motoristas relataram esperas superiores a 40 minutos. O movimento também foi percebido durante o fim de semana e o feriado de 7 de setembro, quando houve fluxo intenso de veículos.
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As informações colhidas no local também indicam que a passagem pela ponte é importante para evitar o desvio por estradas da região de Roca Sales. A presença de caminhões foi mencionada, mas não há confirmação de que o fluxo tenha provocado a nova restrição.
A previsão divulgada pela EGR é de que a recuperação do pilar seja concluída em até 45 dias após a assinatura do contrato com a construtora responsável, prazo sujeito a alterações em razão das condições climáticas e de outros fatores que possam afetar a execução.










