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Ao menos 467 moradores precisaram deixar suas casas em sete municípios do Vale do Taquari.

Pelo menos 467 pessoas estão fora de suas residências em sete municípios do Vale do Taquari em razão da elevação do Rio Taquari. Os dados foram atualizados na tarde desta terça-feira (22) e envolvem Lajeado, Estrela, Cruzeiro do Sul, Encantado, Roca Sales, Colinas e Muçum.

A soma das informações divulgadas pelos municípios aponta 189 famílias que precisaram deixar suas casas. O número total de pessoas, no entanto, ainda é parcial, já que Roca Sales e Colinas informaram a quantidade de famílias retiradas, mas não o número de moradores.

Em Lajeado, conforme dados da Secretaria de Desenvolvimento Social fornecidos ao meio-dia, 93 famílias, totalizando 255 pessoas, estavam acolhidas no Parque do Imigrante.

Em Encantado, 35 famílias, ou 72 pessoas, foram realocadas. Destas, 15 famílias estavam no abrigo do Parque João Batista Marchese, 12 no pavilhão do Bairro Nossa Senhora Aparecida e as demais foram acolhidas por parentes ou amigos.

Em Estrela, 12 famílias, somando 36 pessoas, estavam acomodadas no ginásio da comunidade São Cristóvão.

Já em Cruzeiro do Sul, 21 famílias permaneciam em dois pontos de acolhimento. No Ginásio do Centro estavam 18 famílias, com 51 pessoas, e no Ginásio do Maravalha outras três famílias, totalizando sete pessoas.

Em Muçum, 14 famílias, correspondentes a 32 pessoas, precisaram deixar suas residências. Com a redução do nível do rio na parte alta da bacia, algumas já começaram a retornar para casa.

Em Roca Sales, seis famílias estavam acolhidas no ginásio da EMEF Dom Pedro I. Já em Colinas, oito famílias haviam deixado suas residências e estavam abrigadas na casa de parentes. Nestes dois municípios não foi divulgado, no levantamento consultado, o número total de pessoas.

Considerando apenas os municípios que informaram o número de moradores, são 453 pessoas. Como outras 14 famílias estão fora de casa em Roca Sales e Colinas, o total regional é de pelo menos 467 pessoas, podendo ser superior.

O Vale do Taquari permanece sob monitoramento das Defesas Civis municipais, da Defesa Civil estadual e do Serviço Geológico do Brasil (SGB). O Cemaden mantém atenção para eventos hidrológicos relacionados à propagação da onda de cheia na bacia do Taquari.

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