Prefeitura de Muçum limpa mais 14 terrenos e reforça desocupação em áreas de risco
Medida busca evitar reocupação de regiões vulneráveis no bairro São José; moradores já foram realocados para locais seguros.
A Prefeitura de Muçum intensificou, nesta semana, a retirada de estruturas condenadas por risco extremo no bairro São José. Foram limpos 14 terrenos na Rua Libório Fernando Bastiani, após realocação das famílias para novas residências fora da mancha de inundação.
Demolições seguem estratégia iniciada em 2023
As ações integram o plano de reordenamento urbano iniciado após as enchentes de 2023 e 2024. A meta é impedir a reocupação de áreas classificadas como de risco extremo, reforçando a prevenção contra tragédias futuras.
A etapa atual envolveu a limpeza de 14 terrenos no bairro São José, onde as casas atingidas já haviam sido demolidas. Os imóveis estavam localizados na Rua Libório Fernando Bastiani, dentro da zona crítica mapeada pelas autoridades.
Famílias foram realocadas antes da limpeza
Segundo a Prefeitura, todas as famílias afetadas já foram realocadas para moradias seguras, por meio de programas habitacionais privados. Após a mudança, os beneficiários doaram os terrenos antigos ao município, conforme acordado.
Com a posse dos lotes, a Prefeitura realiza a limpeza e prepara o uso futuro dos espaços. A proposta é transformar os terrenos em áreas de lazer ou convivência, com intervenções de baixo custo, priorizando o uso público.
Planejamento a longo prazo
O prefeito Mateus Trojan afirmou que as medidas fazem parte de um planejamento de longo prazo voltado à segurança urbana:
“Estamos pensando no futuro. Para garantir uma cidade mais segura, resiliente e minimizar os efeitos de grandes enchentes, precisamos seguir firmes nas políticas de realocação das zonas de risco, migrando as famílias para locais seguros, onde possam reconstruir suas vidas sabendo que não perderão tudo novamente”.
Meta é retirar mais de 400 famílias
Ao todo, o município pretende retirar mais de 400 famílias de áreas de risco. As ações contam com apoio de programas habitacionais da iniciativa privada, do governo federal e do governo estadual.






