
1º Festival Latino-Americano de Artes e Menstruação
“Durante a próxima semana, espaços culturais de Porto Alegre sediarão o 1º Festival Latino-Americano de Artes e Menstruação (FLAM). Integrando performances, mostras artísticas, cine-debates, oficinas, palestras e ações educativas, o evento propõe colocar a menstruação no centro da criação artística e do debate público. O FLAM terá quatro dias de atividades, entre 25 e 29 de março, incluindo ações descentralizadas e apresentações em escolas. A proposta é reconhecer a arte menstrual como linguagem, campo de pesquisa e prática de transformação social, abordando temas relacionados ao corpo, ciclicidade, gênero, sexualidade, direitos das mulheres e dissidências de gênero, a partir de perspectivas decolonial, ecofeminista e antirracista. Uma das idealizadoras do FLAM, Paola Mallmann explica que enquanto algumas obras participantes têm o próprio fluido menstrual como matéria prima, outras artistas usam diversos materiais para fazer essa associação. “A menstruação é uma experiência que passa pelo corpo, mas que também constrói sentidos sociais. A própria interpretação em performance pode ser usada para expressar, de forma artística, essa experiência. E não é só sobre o sangramento menstrual, mas todo o ciclo. Teremos um monólogo sobre a menopausa, por exemplo”, detalha”.

Ultrapassada
Eu não consegui ir além do resumo que está no Instagram e que está reproduzido aqui, mas se você tem interesse em saber mais vai lá no site do Sul 21. Eu me nego saber mais, penso que estou muito ultrapassada para achar isso normal, então me ajudem, pelo amor de Deus, a entender como “reconhecer a arte menstrual como linguagem e prática de transformação social”. Ao ler o post não me contive: Escrevi lá que o palestrante seria @ Érika Hilton. Recebi mais de uma centena de “likes” o que significa que muita gente pensa igual a mim. E, me diverti com as “manas” que me mandaram fazer um crochê para passar menos vergonha” É para esse tipo de coisa existe incentivo!






