
A Polícia Federal tem utilizado recursos tecnológicos de última geração para acessar dados armazenados em celulares apreendidos, mesmo quando os aparelhos estão bloqueados por senha ou desligados. O procedimento se tornou peça-chave em investigações criminais e operações de grande porte.
Após a apreensão, os celulares são isolados em ambientes controlados que impedem qualquer tipo de conexão externa. A partir daí, peritos utilizam ferramentas especializadas para copiar todo o conteúdo do dispositivo, incluindo mensagens, fotos, vídeos, registros de chamadas e documentos.
Etapas da extração de dados
O processo técnico segue uma metodologia rigorosa:
•Isolamento físico do aparelho para evitar perda de dados ou acionamento remoto
•Desbloqueio por softwares específicos, com acesso autorizado ao conteúdo interno
•Recuperação direta de informações da memória mesmo em casos de danos físicos
O objetivo é preservar a integridade das informações, garantindo que o material coletado possa ser analisado dentro dos limites legais da investigação.
Dados podem ser acessados mesmo apagados
As ferramentas utilizadas pela PF permitem acessar inclusive arquivos apagados ou ocultos, além de identificar conexões anteriores, localização e dados de aplicativos.
A perícia digital se tornou um dos pilares das investigações modernas, exigindo equipamentos avançados e equipes especializadas para lidar com diferentes sistemas operacionais e níveis de proteção dos dispositivos móveis.






