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Sabrina Pasterski, a jovem que Harvard chama de sucessora de Einstein

Aos 24 anos, cientista americana impressiona a comunidade acadêmica com pesquisas sobre buracos negros e gravidade quântica

A americana Sabrina Gonzalez Pasterski, de 24 anos, é considerada por físicos de Harvard como uma das mentes mais promissoras da atualidade. Aos 14, construiu e pilotou um avião monomotor. Hoje, cursa doutorado em física e teve seus trabalhos citados por Stephen Hawking.

Início precoce

Sabrina ganhou projeção ainda adolescente. Aos 14 anos, construiu sozinha um avião monomotor no quintal de casa, e aos 16, pilotou a aeronave, tornando-se a pessoa mais jovem a fazer isso com uma máquina própria. O vídeo do feito ultrapassou 1 milhão de visualizações no YouTube.

Desde cedo, frequentou uma escola para alunos com altas habilidades em Chicago, onde seu desempenho já chamava atenção. Aos 9 anos, após relatar que havia pilotado um avião, ouviu da professora: “Legal, mas o que mais você tem feito ultimamente?”

Rejeição e superação

Mesmo com esse histórico, Sabrina foi inicialmente rejeitada pelo MIT, ficando na lista de espera. Sem recorrer a discursos ou reclamações, enviou um vídeo mostrando seu avião em funcionamento. A resposta da universidade veio em poucas palavras:

“Você pode começar no próximo semestre?” Ela se formou com nota máxima e foi a primeira mulher em 20 anos a se graduar no topo da turma de física.

Reconhecimento acadêmico

Hoje, Sabrina faz doutorado em Harvard sob orientação de Andrew Strominger, um dos nomes mais respeitados da física teórica. Seus estudos envolvem buracos negros, gravidade quântica e a estrutura do espaço-tempo — temas que desafiam até os maiores cientistas da história.

O primeiro artigo científico que escreveu foi aceito em menos de 24 horas pelo Journal of High-Energy Physics. O segundo foi recomendado pelo editor da Physical Review Letters. Em 2016, Stephen Hawking citou seu trabalho em publicações sobre o universo.

Fora dos holofotes

Discreta, Sabrina rejeitou ofertas de emprego de grandes empresas como a Blue Origin, do bilionário Jeff Bezos, além de convites do Google e Facebook.

“Não quero fazer bilionários. Quero entender como o universo funciona”, declarou.

Ela não tem redes sociais nem marca pessoal. Toda sua energia está concentrada na física.

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