
As universidades federais do Rio Grande do Sul devem perder cerca de R$ 44,1 milhões no orçamento de 2026, após cortes aprovados pelo Congresso Nacional que aguardam sanção ou veto do presidente. A redução atinge despesas como energia elétrica, bolsas de estudo, pesquisa e manutenção, comprometendo o funcionamento das instituições.
A UFRGS, maior universidade do estado, será a mais impactada, com corte de R$ 14,5 milhões (7,24%). A reitoria alerta que os valores atuais já são insuficientes e que a nova redução tornará ainda mais difícil manter as operações essenciais.
Outras instituições afetadas incluem:
- UFSM – perda de R$ 11,1 milhões (7,19%)
- UFPel – corte de R$ 6,4 milhões (6,8%)
- FURG – R$ 5,3 milhões a menos (6,92%)
- Unipampa – R$ 4,1 milhões (6,67%)
- UFCSPA – redução de R$ 2,7 milhões (6,83%)
O Instituto Federal do RS (IFRS) também projeta perdas de cerca de 7,21% no orçamento.
Risco de paralisação de serviços
Reitores alertam que os cortes podem inviabilizar serviços básicos, como segurança, limpeza e manutenção, além de afetar diretamente o ensino, a pesquisa e a extensão universitária.
Dirigentes das instituições pedem a recomposição dos recursos e destacam que os cortes comprometem o futuro do desenvolvimento científico e social do país.






