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Polícia investiga possível envolvimento de PM no sumiço de família em Cachoeirinha

Celular é encontrado próximo à casa das vítimas; caso já dura mais de duas semanas e é tratado como crime grave

A investigação sobre o desaparecimento de três integrantes de uma mesma família em Cachoeirinha (RS) teve novos avanços nesta sexta-feira (9). Um celular foi encontrado perto da residência das vítimas e a Corregedoria da Brigada Militar passou a acompanhar o caso, diante da suspeita de envolvimento de um policial militar.

Família está sumida desde o fim de janeiro

Estão desaparecidos desde o dia 25 de janeiro:

  • Silvana Germann de Aguiar, 48 anos

  • Isail Vieira de Aguiar, 69 anos (pai)

  • Dalmira Germann de Aguiar, 70 anos (mãe)

O trio morava em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O desaparecimento ocorreu logo após Silvana publicar em uma rede social que teria sofrido um acidente em Gramado — informação que não se confirmou.

Polícia trabalha com hipótese de crime grave

A Polícia Civil trata o caso como crime grave, com possibilidade de homicídio ou cárcere privado. A investigação corre sob sigilo, e cerca de 20 pessoas já foram ouvidas, incluindo o ex-marido de Silvana, ouvido inicialmente como testemunha.

Um celular enrolado em pano foi localizado nas proximidades da residência da família e será submetido à perícia para tentar confirmar a quem pertence.

Corregedoria da Brigada Militar entra no caso

O avanço mais recente da apuração foi a entrada da Corregedoria da Brigada Militar, que investiga possível envolvimento de um policial militar.

A identidade do suspeito não foi divulgada, nem a natureza do suposto envolvimento com o desaparecimento da família.

Laudos periciais e buscas continuam

A polícia aguarda resultados de exames genéticos, digitais e análises de câmeras de monitoramento, além de novas diligências.

A casa da família e veículos relacionados também foram periciados, e os próximos dias devem ser decisivos para a continuidade da apuração.

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