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Trump republica imagem com Jesus e provoca: ‘Lunáticos da esquerda não vão gostar’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, republicou nesta quarta-feira (15) uma imagem gerada por inteligência artificial que o mostra abraçado com Jesus Cristo. A postagem acontece apenas dois dias depois de ele ter excluído uma publicação similar que provocou críticas por sugerir comparação com Cristo.

A imagem, compartilhada no Truth Social, mostra Trump de olhos fechados, encostando a testa na de Jesus, em pose semelhante. Na legenda, Trump escreveu: “Os lunáticos da esquerda radical podem não gostar disso, mas eu acho que é muito bonito!!!”

Post original falava em ‘carta Trump’ de Deus

A postagem original, que Trump apenas republicou, trazia a mensagem: “Eu nunca fui um homem muito religioso… mas não parece que, com todos esses monstros satânicos, demoníacos e que sacrificam crianças sendo expostos… Deus pode estar jogando sua carta Trump!

A nova publicação acontece em meio a um conflito público entre Trump e o papa Leão, primeiro líder da Igreja Católica nascido nos Estados Unidos e crítico declarado da guerra iniciada com ataques israelenses e americanos contra o Irã.

Embate com papa Leão se intensifica

Na terça-feira à noite, Trump voltou a criticar o líder religioso em postagem separada no Truth Social. O presidente pediu que “alguém, por favor, conte ao papa Leão” sobre os assassinatos de manifestantes pelo Irã e que “o Irã possuir uma bomba nuclear é absolutamente inaceitável”.

O vice-presidente JD Vance também entrou na polêmica, afirmando em discurso na Universidade da Geórgia que o papa estava errado ao dizer que os discípulos de Cristo “nunca estão do lado daqueles que antes empunhavam a espada e hoje lançam bombas”.

Em resposta às críticas, papa Leão disse não ter “nenhum medo” do governo Trump e que continuará a se manifestar. Em discurso na segunda-feira em Argel, denunciou potências “neocoloniais” que violam o direito internacional, sem citar países específicos.

Base eleitoral cristã permanece fiel

Apesar das polêmicas religiosas, os eleitores cristãos formaram parte essencial da base política de Trump. O presidente, que não frequenta igreja regularmente, conquistou grandes maiorias de eleitores cristãos na eleição de 2024, incluindo católicos.

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