RS confirma gripe aviária em aves de subsistência, mas comércio avícola não é afetado
O primeiro caso de Influenza Aviária de Alto Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência no Rio Grande do Sul foi confirmado no município de Coqueiros do Sul, na região Noroeste do Estado. O laudo foi emitido pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP) na sexta-feira, 17 de julho, após coleta de amostras realizada em 14 de julho por equipe do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).
Sem impacto no comércio avícola
A Seapi esclarece que a infecção em aves de subsistência — criações de fundo de quintal — não altera a condição sanitária do RS e do Brasil como livres de IAAP e, portanto, não impacta o comércio de produtos avícolas. O órgão também reforça que não há risco no consumo de carne e ovos, pois a doença não é transmitida por essa via.
Fiscalização e medidas preventivas
O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS) realizará visitas em propriedades e granjas no raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de educação sanitária e conscientização. As recomendações oficiais orientam que a população não se aproxime de aves feridas, doentes ou mortas.
Suspeitas de influenza aviária — incluindo sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em animais — devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.
⚠ A reportagem apura quais medidas preventivas específicas são recomendadas aos produtores rurais do Vale do Taquari e se há impacto esperado para o comércio de aves e ovos na região de Encantado.





