Cultura

Cinebiografia ‘Michael’ custou US$ 200 milhões e pode superar ‘Oppenheimer’

A cinebiografia ‘Michael’, que retrata a vida de Michael Jackson, chega aos cinemas nesta quinta-feira (23) cercada de números impressionantes. O filme dirigido por Antoine Fuqua já entrou para a história ao se tornar a cinebiografia mais cara já produzida, com orçamento de US$ 200 milhões.

O valor coloca a produção muito acima de outros sucessos do gênero, como Bohemian Rhapsody e Elvis, e até mesmo supera filmes como Oppenheimer. A cifra elevada é resultado de uma produção conturbada, que incluiu refilmagens extensas e ajustes no roteiro após questões legais envolvendo a história do artista.

Projeções de bilheteria histórica

De acordo com projeções da indústria, ‘Michael’ deve abrir com cerca de US$ 150 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana. Nos Estados Unidos, a estimativa gira entre US$ 55 milhões e US$ 80 milhões.

Os números podem não apenas estabelecer um novo recorde para cinebiografias musicais, mas também colocar o filme em rota para superar a estreia doméstica de Oppenheimer, que arrecadou cerca de US$ 80,5 milhões em seu lançamento.

Mira no topo das bilheterias

O comparativo com Oppenheimer não é trivial. O filme dirigido por Christopher Nolan se consolidou como a cinebiografia de maior bilheteria da história. Ou seja, ‘Michael’ mira diretamente no topo e já começa ameaçando um dos maiores fenômenos recentes do cinema.

A produção aposta em uma narrativa focada na ascensão de Michael Jackson e em seu legado musical, deixando de lado as controvérsias mais delicadas de sua vida. Analistas apontam que o filme tem potencial para uma trajetória sólida nas bilheterias, com projeções iniciais que já o colocam como forte candidato a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão global.

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