
O ditador do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto neste sábado (28) durante a operação militar conjunta dos Estados Unidos e Israel contra o regime iraniano. A ofensiva, batizada de “Operation Epic Fury”, atingiu alvos militares e governamentais em Teerã e outras regiões do país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte em publicação na rede social Truth Social. “Khamenei, uma das pessoas mais malignas da história, está morto”, escreveu o presidente americano. Em entrevistas concedidas à NBC News e à ABC News, Trump afirmou que a maior parte da cúpula de liderança iraniana também foi eliminada. “As pessoas que tomam todas as decisões, a maioria delas se foi”, declarou.
Autoridades israelenses informaram que o corpo de Khamenei foi recuperado dos escombros de seu complexo residencial, atingido durante os bombardeios. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou em pronunciamento televisionado que “os sinais são crescentes” de que o líder supremo não sobreviveu.
O Irã negou a morte. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghaei, disse que Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estão “sãos e salvos”.
Khamenei, de 86 anos, estava no poder desde 1989 e era um dos governantes autoritários mais longevos do mundo. Sob seu comando, milhares de manifestantes foram mortos em repressões a protestos ao longo das últimas décadas.
A operação desencadeou retaliação iraniana, com lançamento de mísseis balísticos contra Israel e ataques a bases americanas na região. A situação segue em desenvolvimento.






