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#PáginaTrês| A interferência da guerra no Oriente Médio em nosso dia a dia

A guerra no Oriente Médio está no centro das atenções. Ataques, retaliações, petróleo disparando, bolsas oscilando, notícias saindo a cada minuto. No meio disso tudo, uma pergunta importa mais do que qualquer manchete: O que essa guerra faz com o seu dinheiro? Como tenho dois economistas na família (-filho e nora) perguntei e sim, a guerra no Oriente Médio mexe com algo que parece distante, mas bate direto no nosso bolso. Quando há ataques e retaliações na região, o primeiro reflexo costuma ser no petróleo — e, se o barril sobe, combustíveis e fretes encarecem. Resultado: pressão sobre a inflação. Com a instabilidade, as bolsas oscilam, o dólar tende a subir e investidores buscam “portos seguros”. Isso afeta câmbio, juros e o custo do crédito. Mesmo quem não investe sente: parcela do carro, financiamento, supermercado Em momentos assim, mais importante do que acompanhar cada manchete é manter estratégia, evitar decisões por impulso e diversificar. Guerra é imprevisível. Educação financeira, não.

 

2 vagas

Com duas vagas ao Senado em disputa por estado, a eleição de 2026 já começa a reorganizar o Congresso antes mesmo da abertura formal do calendário eleitoral. Levantamento identificou 78 parlamentares — 61 deputados federais e 17 senadores — que estudam disputar cargos diferentes dos atuais. Na lista estão também parlamentares licenciados que comandam hoje ministérios no governo federal. A maioria dos deputados mira o Senado. Já entre os senadores, o destino preferencial são os governos estaduais. O movimento tem direção política clara: partidos da direita e do centro-direita concentram a maior parte das apostas majoritárias.

1 centavo

A redução anunciada pelo governo do Estado para as rodovias do Bloco 2 de concessões vai representar, na prática, apenas um centavo a menos por quilômetro rodado. A tarifa quilométrica caiu de R$ 0,19 para R$ 0,18, conforme comunicado feito pelo governador Eduardo Leite. Embora o percentual divulgado seja de 5%, o impacto financeiro para os motoristas é limitado. Em um trajeto de 100 quilômetros, por exemplo, a economia será de R$ 1. Já em deslocamentos curtos, a diferença tende a ser quase imperceptível. A alteração ocorreu após auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, que indicou ajustes técnicos no edital. Com as mudanças, o leilão das rodovias, previsto para ocorrer na B3, foi adiado. O bloco contempla estradas que atendem o Vale do Taquari e o Norte do Estado, dentro do programa de concessões rodoviárias do governo estadual.

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